*Semeando Estrelas*

"PORQUE HÁ MAIS COISAS ENTRE O CÉU E A TERRA DO QUE SONHA A NOSSA VÃ FILOSOFIA"

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

U.S.Amª Bin Laden e A Farsa Do Auto-Atentado ao World Trade Center

Muitos já viram esse texto na Internet. Alguns dos que viram logo se renderam às evidencias (fortíssimas) e à lógica que o texto apresenta; outros que viram, ao contrário, se renderam à propaganda americana, como em outras farsas, tal como a farsa da ida do homem à Lua e acreditaram que o atentado ao World Trade Center realmente aconteceu. Não, não estou dizendo que as torres gêmeas não caíram. Caíram sim, mas não pelas razões que a mídia americana apresentou ao mundo, pois tentaram nos vender mais uma idéia “farwestiana” de mocinho x bandidos, na qual o mocinho é sempre os EUA e os bandidos, são os “inimigos da América”, ou seja, os nazistas (na década de 40), os comunistas (nos anos 50 até os 80) e atualmente, os terroristas. Repararam? São sempre inimigos dos EUA, nunca inimigos do mundo.

Relembrando, os EUA disseram no dia seguinte aos atentados do dia 9/11 que os mesmos foram causados pelo líder da Al Qaeda, Osama ou melhor, Usama Bin Laden. Atenção a esses dados, eles guardam simbologia : 9/11 (data do atentado escrita no formato americano, que é nada mais nada menos que o número de emergência dos americanos, o 911) e o nome USAMA (U.S.Amª = United States Of América).

Bom, vamos ao texto que andou pela Internet há tempos, pois não custa ver de novo, para não esquecermos do verdadeiro terrorismo e para quem não viu esse texto conhecer a farsa:


TEXTO

"Os eventos de 11 de setembro estão cercados de contradições. Ao que parece, as torres gêmeas foram na verdade demolidas por implosão controlada e o pentágono não foi atingido por um avião. A seguir, veja a carta de um internauta:

Logo depois dos atentados fiz uma analise e escrevi este texto que enviei e circulou muito pela internet, talvez você já o conheça. Mas, em 11 de setembro deste ano fiz uma revisão e incluí algo a mais. Acho que ele diz muito e é pertinente ao questionamento sobre o 11/09, como também consta na tua pagina, a qual tomei conhecimento somente agora. Acho que seria interessante, se você concordar, em colocar o texto abaixo na sua página, para acrescentar e corroborar ainda mais para o desmonte da versão oficial sobre aqueles atentados, como apresentada pelo governo dos EUA e pela mídia igualmente falsa. Autorizo. Abraços e obrigado.

Será mesmo possível que tudo aquilo tenha sido planejado pelo próprio país? 11 de SETEMBRO - Evidências sobre as torres de Nova Iorque. Abaixo apresento várias evidências sobre o fato de que a derrubada das torres de Nova Iorque NÃO foi feita por terroristas:

1) No dia seguinte à derrubada, o governo dos EUA já tinha nome, endereço e fotos dos “terroristas”. Por que não os pegaram antes então?

2) Já havia câmeras de TV profissionais colocadas estrategicamente, dissimuladas e sorrateiramente para transmitirem o evento a todo o mundo, desde o seu início, em vários ângulos. Você e toda a população mundial teriam recebido o impacto (de extremo interesse para os EUA ) do evento se não houvesse ali câmeras que transmitissem tudo a todo o mundo?

3) Os “atentados” aconteceram antes das 09:00, hora local, quando a maioria dos funcionários nem tinha chegado ainda, já que nos EUA a hora de trabalho começa por volta das 10:00 da manhã.

4) Mais de 80% dos trabalhadores das torres eram de imigrantes e, sabe-se bem, que os EUA não têm simpatia por imigrantes e não os recebem bem.

5) Existe uma informação não-confirmada de que cerca de 3.000 trabalhadores judeus das torres não foram trabalhar naquele dia.

6) Você viu alguma lista de passageiros dos dois aviões ser divulgada? Claro que não, pois ninguém viu.

7) Sempre que há um acidente aéreo de grande relevância, a mídia mostra os familiares e amigos que vão aos aeroportos buscar notícias sobre os passageiros. Você viu isso acontecer? Claro que não, ninguém viu, pois nada foi divulgado sobre isso, já que não havia o que divulgar. Aqueles aviões voaram por controle remoto. Sabemos que isso já é tecnologicamente possível hoje em dia. Por exemplo, grandes aviões, como aqueles das torres e equipados com instrumentos meteorológicos, voam totalmente por controle remoto.

8) Os números dos vôos daqueles aviões eram 093 e 011. Segundo foi divulgado, o 093 devia ser relacionado ao ano de 1993, quando uma bomba explodiu na garagem de uma das torres e, o número 011, deveria ser relacionado ao próprio dia 11 de setembro. Cá pra nós, acredito que seqüestrar um avião deve ser uma tarefa muito difícil; seqüestrar dois aviões deve ser mais difícil ainda; seqüestrar dois aviões no mesmo dia e horário deve ser bem mais complicado. Será que os terroristas ainda iriam ter exigência para escolher os números de vôos? Qual a vantagem disso pra eles? Seria a de aumentar a complicação? Qual a vantagem de encontrar um vôo de número 011 para ligar ao dia 11? Ridículo! Nenhuma vantagem, nem importância, claro! A ligação desses números aos “atentados” só tem serventia àqueles que pretendem montar e forjar provas contra alguém.

9) Sempre quando um grupo de terrorismo verdadeiro faz algum atentado, imediatamente esse grupo reivindica o atentado para si, pois isto traz prestígio àquele grupo. Você viu algum grupo fazer isso? Claro que não, nenhum grupo reivindicou aqueles “atentados”. Mais uma evidência de que não há sentido em relacionar os números 093 e 011 aos “atentados” e atribuir os “atentados” a um grupo de terrorismo não-oficial. E o fato de ter ficado em aberto quem realmente praticou aqueles atos, faz com que os EUA ataquem todo mundo indiscriminadamente, isto é, bombardeiem os países cujos governantes eles têm interesse em derrubar. Se um grupo tivesse assumido os atentados então os EUA seriam forçados a combater somente tal grupo, o que não é de interesse pra eles, pois era pra deixar tudo em aberto mesmo para terem o perverso direito de atacar quem quiserem.

10) O dia escolhido para os “atentados” foi o 11 de setembro ou 11/9. Porém, os países de fala inglesa invertem a ordem e escrevem 9/11. Este número coincide com o número 911, adotado e conhecido nos EUA como o número de emergências.

11) A área das torres, desde há muitos anos, já era deficitária economicamente.

12) Agora vamos analisar tecnicamente a queda das torres. Todo mundo viu e percebeu que as torres caíram como implosões perfeitas. Todo mundo estranhou isso. Mas, deixando as primeiras impressões de lado, vamos verificar como as torres foram construídas e entender as explicações técnicas dadas para as suas quedas quase perfeitamente verticais, sendo que os escombros ficaram exatamente dentro da área do respectivo terreno. As duas torres foram construídas diferentemente dos prédios de alvenaria. Elas eram formadas por várias vigas de aço que rodeavam as fachadas de cada torre. Em cada andar e em cada uma dessas vigas saíam suportes, sobre os quais, os andares formados por camadas de aço, eram suportados. A explicação técnica divulgada foi a de que a laje mais superior, de camada bem espessa e pesada que servia para manter a estabilidade das torres contra o vento, com a debilidade dos andares do impacto começou a descer, a derrubar e a empurrar um andar sobre o outro, fazendo então os prédios caírem verticalmente. Embora seja difícil acreditar que abalos daquela ordem produzam efeitos tão ordenados, vamos, mesmo assim, aceitar como verdadeiras e válidas tais explicações bem como as quedas tão verticais e localizadas, já que as torres tinham construção não-convencional. A questão mais importante vem agora. Trata-se do terceiro prédio, aquele menor e que ficava atrás das duas torres. Este terceiro prédio foi construído de alvenaria e de forma convencional. A explicação para a sua queda foi a de que os abalos produzidos nas duas torres geraram abalos sísmicos equivalentes aos de um terremoto e estes, então, derrubaram aquele prédio. Vocês viram como aquele prédio caiu de forma perfeitamente vertical, como uma implosão mais do que perfeita? Vocês também percebem como a mídia pouco mostra e pouco se refere àquele terceiro prédio? É incrível, pois os terremotos sempre ocasionam quedas laterais dos prédios afetados, nunca tão verticais. E, por que, esse terremoto, que é um fenômeno caótico, escolheu de livre e espontânea vontade, um único prédio daquela área, isto é, da própria quadra das torres? Poucos prédios fora da grande quadra das torres sofreram danos de estilhaços, obviamente, mas não caíram. Por que os prédios em volta da quadra das torres não caíram e de igual maneira ao terceiro prédio? Será porque o dito terremoto não conseguiu atravessar a rua por causa do trânsito? Por que a influência desse terremoto ficou demarcada exclusivamente pela quadra das torres?

13) Há poucos dias, recebi uma foto que apresenta uma vista aérea da área das torres, porém, mostrando uma imagem invertida, ou seja, vendo-se em primeiro plano o “terceiro” prédio e depois as torres. Fica fácil de perceber e entender através desta foto que esse terceiro prédio simplesmente estava atrapalhando a área física do terreno das torres. E agora, recentemente, soube-se que eles vão construir naquela área o maior edifício do mundo. Será que a área das torres não estava precisando ficar limpa? Aliás, a quadra das torres e onde estava o terceiro prédio ficou mesmo limpinha e prontinha para receber nova construção.

14) O avião (ou partes dele) que caiu sobre o Pentágono nunca foi mostrado. Há especialistas que dizem que sobre aquele prédio um míssil não-carregado (se fosse carregado explodiria tudo e não só uma parte do prédio) foi jogado pelos americanos e não um avião de terroristas. Segundo especialistas, tal avião não poderia voar a 3-4 metros de altura do chão para acertar a altura da porta do prédio, pois um Boeing teria se desintegrado antes do choque. No próprio site do Pentágono, que tem muitas fotos sobre o ocorrido, em nenhuma delas aparece indícios de avião. Nem eles conseguem explicar direitinho os atentados! Se não houve avião no Pentágono, então os outros três também fazem uma farsa. A destruição de parte do Pentágono serviu somente para os EUA poderem dizer que os terroristas tinham interesse no governo americano e não somente nos prédios civis do país. Menos de 4 horas depois dos atentados, Bush já dizia que o culpado era o Saddam Hussein e, assim, sem prova nenhuma, já demonstrou um interesse anterior em destituí-lo.

15) Vamos recapitular as falsificações já claras e tornadas públicas:

a) não foi avião de terroristas que destruiu o Pentágono;

b) o Blair apresentou documentos falsos sobre o Iraque;

c) a morte repentina e estranha do cientista inglês que tinha provas contra Blair é sintomática;

d) a invasão sobre o Iraque começou em março/2003, mas em setembro/2003 o Bush já declarou que Saddam Hussein não teve nada a ver com o 11 de setembro. Aquela violência que o Bush e o Blair fizeram com a ONU e com o resto do mundo não aceitando nada do que todos diziam contra a guerra, foi porque o investimento para a invasão sobre o Afeganistão e sobre o Iraque foi alto demais para os EUA serem barrados por questões de meio de caminho. Durante esse processo foi possível ver e sentir a enorme mentira estampada na cara e, sobretudo, nos procedimentos dos dois, só não enxergou quem não quis.

16) O único avião que realmente tinha passageiros (e poucos) foi aquele que caiu em um mato da Pensilvânia. Este foi, de fato, abatido pelos americanos, mas logo depois desmentido pelo governo por causa do choque psicológico que tal atitude impopular causou na população. Este avião, derrubado por mísseis ou caças americanos, teve como única finalidade a de demonstrar que houve mesmo vítimas de aviões seqüestrados, já que eles não poderiam provar isto com relação aos outros três aviões.

17) Portanto, já se nota que a derrubada das torres e do terceiro prédio atendeu e resolveu várias finalidades, matou vários coelhos com uma só cajadada:

a) colocar a culpa em terroristas e, mesmo sem prova nenhuma e com simples menção ao terrorismo, tentar justificar os ataques e invasões dos EUA contra Estados soberanos, dominá-los e obter as suas riquezas diretamente. Tais fortunas mais do que pagarão a construção de novas torres;

b) a toda invasão feita pelos EUA eles invocam os terroristas. Ronald Reagan impressionava seu povo dizendo que a Nicarágua (!) iria invadir os EUA , a mídia insistia nisso e o povo bacon-com-hamburguer-e-batata-frita acreditava;

c) limpar o terreno e resolver o problema da área economicamente deficitária, onde agora entendemos que o mesmo precisava ser utilizado para a construção de prédios mais altos e mais modernos do mundo, para eles mostrarem e imporem a sua pujança, cuja “pujança” cultural, porém, sucumbiu aos níveis mais baixos e bárbaros da história humana;

d) eliminaram alguns imigrantes e dificultaram ainda mais a entrada de outros;

e) com os ataques bélicos e invasões, usaram a ONU para desarmar o Iraque e a desmoralizaram mais do que já estava, ou melhor, eles vão se servir dela quando precisarem novamente e fizeram a ONU e o resto dos países de trouxa;

f) com as invasões e ameaças dividiram a União Européia, mais do que já era dividida;

g) desejam eliminar todos os mandatários e países que não se alinham com as políticas anti-democráticas norte-americanas, inclusive fazendo embargos criminosos;

h) colocaram todos os países em estado de alerta e trouxeram de volta a corrida armamentista, tendo o Bush e o Dick Cheney, por exemplo, interesses nas indústrias do petróleo, construção civil e de armamentos dos EUA .

18) Vejam o que diz o historiador William Blum em uma entrevista intitulada O império faz o que quer:

Repórter Jon Elmer: Você sugere que a guerra no Afeganistão aconteceria em algum tempo independente do 11 de setembro?

William Blum: Sim. O governo americano vinha tentando negociar com o Taliban até cerca de 6 meses antes do 11 de setembro no sentido de conseguir passar o petróleo e os oleodutos do Mar Cáspio através do Afeganistão e do Paquistão para o Oceano Índico. As companhias de petróleo dos EUA estavam envolvidas nisto e as negociações com o Taliban não iam como essas empresas queriam. Então, elas estavam procurando outra maneira de alterar a posição dos EUA no Afeganistão. Assim, o motivo é sempre o mesmo e, de novo, eles precisavam justamente do pretexto - e o 11/9 é o pretexto que tem servido a muitas funções. Precisa dizer mais? Não, mas vou dizer: aquela assessora do Bush, a Condoleeza Rice é funcionária ou está ligada à Chevron, a qual, junto com a Esso (Exxon) e a Texaco, financiou a invasão dos EUA sobre o Afeganistão e Iraque. Coloquem o nome William Blum no www.google.com e vocês verão quão sórdidos são os yankees em suas intervenções nos países do terceiro mundo, inclusive no Brasil.

19) A conspiração para botar a culpa em outros não é nova naquelas bandas. Na década de sessenta, a CIA propôs a John Kennedy um plano para matar 2.000 americanos com o fim de culpar Cuba e daí invadir este país, mas JFK não aceitou. Para um país imperialista e decidido a mandar no mundo, matar os próprios americanos é irrelevante, desde que tal procedimento seja necessário para que eles alcancem seus objetivos. Se eles se preocupassem tanto com seus próprios cidadãos eles não criariam e se envolveriam em tantas guerras, onde morrem muitos soldados americanos. Fardados ou não, todos são seres humanos (embora intimamente a gente tenha dúvidas se aqueles bárbaros são mesmo humanos...). Então, aqueles que morrem antes da batalha campal são considerados por eles como participantes da guerra como um todo. Os estrategistas e senhores do poder e da guerra não dão a mínima pra vidas, não importa de quem estas sejam. (Vejam no site www.relatorioalfa.com.br que a Coca-Cola está envolvida em ameaças a executivos e à própria existência de uma empresa de bebidas de São Paulo).

20) Dick Cheney, vice-presidente dos EUA no governo Bush-filho, foi diretor da CIA no governo Bush-pai.

21) Bill Clinton disse que Bush é um “animal político, capaz de fazer de tudo para se eleger”.

22) Mentira é o que não falta para os Estados Unidos: eles utilizam todo o poder da mídia a seu favor para invadir e destruir países de forma bárbara bem como desprezam o resto do mundo com o falso pretexto de encontrar armas de destruição em massa, mas exatamente os EUA possuem e USARAM armas de destruição em massa, como as bombas nucleares de urânio contra o Iraque em 1991 e também em 2003 (Jornal da Band, 15/04/03). Segundo a ONU, entre 1991 e 1994 houve um aumento de 700% (!) nos casos de câncer no Iraque. A fumaça em forma de cogumelo, característica e exclusiva de bombas nucleares, pôde ser vista claramente durante os bombardeios dos Estados Unidos sobre o Iraque, em 2003. Adicionalmente, o Dr. Douglas Rokke, ex-médico das forças armadas dos EUA e ex-assessor do Pentágono sobre efeitos de armas de urânio, disse que muitos soldados e civis iraquianos bem como alguns soldados americanos têm apresentado doenças respiratórias e erupções na pele depois dos bombardeios americanos de 2003 e de 1991, quando ele chefiou uma equipe designada para tentar limpar a contaminação causada por fogo amigo dos EUA . Mas isto é minimizado e escondido por eles e pela mídia e tudo fica por isso mesmo, embora eles tenham dado esse como o motivo para a invasão sobre o Iraque. O império da farsa e da mentira! Eles agem como demônios mas montam situações com o suporte de toda a mídia para posarem como vítimas. Boicote os produtos dos EUA e da Inglaterra (McDonald's, Coca-Cola, Esso, Texaco, Shell, Kibon, Umbro, etc)! Não dê dinheiro a quem não respeita ninguém e quer tomar com barbárie e com pressão econômica o que é seu e do SEU país. Só viaje aos EUA por necessidade. Não leve dinheiro pros canalhas usarem contra você. Reduza o dinheiro que você dá pra essa gente. Se um vizinho seu invadisse sua casa, matasse seus familiares, destruísse sua casa, você ainda iria dar dinheiro e comprar na venda dele? Sempre que possível, use o EURO em lugar do dólar."


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Prêmio *SEMEADORES DE ESTRELAS*

Photobucket

O Semeando-Estrelas finalmente lançará o seu Prêmio *Semeadores de Estrelas*, aos Blogs que tem demonstrado semearem estrelas de qualidade nos leitores, quer pelo seu conteúdo, grafismo e muito mais. A primeira entrega ocorrerá em Dezembro, uma semana antes do Natal, no dia 18/12.

O Prêmio retrata quatro seres luminosos brilhando em seus corações e mentes e o ser em primeiro plano, entregando na mão essa luz a quem os vê. Tal a simbologia dos blogs que brilham tais como estrelas entregues nos artigos aos leitores dos blogs.

Os blogs a serem escolhidos serão ou do Dihitt ou externos ao mesmo e para facilitar, peço a todos, sejam do Dihitt ou não, que deixem comentários neste artigo ou então no chat LINHA DIRETA, com o nome e URL do seu blog, mas mesmo que tal não se verifique, 5 blogs serão premiados no dia 18/12/2009.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

5 Contos Para Refletir

PRIMEIRA HISTÓRIA:

O Sábio e a Serpente



Contam as tradições populares da Índia que existia uma serpente venenosa em certo campo. Ninguém se aventurava a passar por lá, receando-lhe o assalto. Mas um santo homem, a serviço de Deus, buscou a região, mais confiado no Senhor que em si mesmo. A serpente o atacou, desrespeitosa. Ele dominou-a, porém, com olhar sereno, e falou:

- Minha irmã, é da lei que não façamos mal a ninguém. A víbora recolheu-se, envergonhada.

Continuou o sábio o seu caminho e a serpente modificou-se completamente. Procurou os lugares habitados pelo homem, como desejosa de reparar os antigos crimes. Mostrou-se integralmente pacífica, mas, desde então, começaram a abusar dela.

Quando lhe identificaram a submissão absoluta, homens, mulheres e crianças davam-lhe pedradas. A infeliz recolheu-se a toca, desalentada.

Eis, porém, que o santo homem voltou pelo mesmo caminho e deliberou visitá-la. Espantou-se, observando tamanha ruína.

A serpente contou-lhe, então, a história amargurada. Desejava ser boa, afável e carinhosa, mas as criaturas perseguiam-na e apedrejavam-na. O sábio pensou, pensou e respondeu após ouvi-la:

- Mas minha irmã, houve engano de tua parte. Aconselhei-te a não morderes ninguém, a não praticares o assassínio e a perseguição, mas não te disse que evitasses de assustar os maus. Não ataques as criaturas de Deus, nossas irmãs no mesmo caminho da vida, mas defende a tua cooperação na obra do Senhor. Não mordas, nem firas, mas é preciso manter o perverso a distância, mostrando-lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos.

SEGUNDA HISTÓRIA:

O Presente Devolvido



Perto de Tóquio vivia um grande samurai idoso que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.

Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo fato de que o mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: - Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?

- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?

- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.

- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre - Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir...

TERCEIRA HISTÓRIA:

A Conferência



Convidado a fazer uma preleção sobre a crítica, o conferencista compareceu ante o auditório superlotado, sobraçando pequeno fardo.

Após cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra d'água de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.

Em silêncio, acendeu poderosa lâmpada, enfeitou a mesa com dezenas de pérolas que trouxera no embrulho com várias dúzias de flores colhidas de corbelhas próximas. Logo após, apanhou da sacola diversos "biscuits" de
inexprimível beleza, representando motivos edificantes, e enfileirou-os com graça.

Em seguida, situou na mesa um exemplar do Novo Testamento em capa dourada. Depois, com o assombro de todos, colocou pequenina lagartixa num frasco de vidro.

Só então comandou a palavra, perguntando:
- Que vedes aqui, meus irmãos?

E a assembléia respondeu, em vozes discordantes:
- Um bicho! - Um lagarto horrível! - Uma larva! - Um pequeno monstro!

Esgotados breves momentos de expectação, o pregador considerou:
- Assim é o espírito da crítica destrutiva, meus amigos! Não enxergastes o forro de seda lirial, nem as flores, nem as pérolas, nem as preciosidades, nem o Novo Testamento, nem a luz faiscante que acendi. . Vistes apenas a
diminuta lagartixa...

E concluiu, sorridente:
- Nada mais tenho a dizer...


QUARTA HISTÓRIA:

Um Exemplo Próximo



Em 1984, os tenores Plácido Domingo e José Carreras, tiveram uma forte desavença política e, desde então, nunca mais se falaram.

Três anos depois, Carreras descobriu que sofria de leucemia. Então, se submeteu a um transplante de medula óssea, e viajou para os Estados Unidos, para fazer tratamento adequado. E viu sua fortuna, seu dinheiro acabando na tentativa de recuperar sua saúde.

Quase sem recursos, Carreras soube que havia em Madri, na Espanha, a Fundação Hemosa, para recuperação de pessoas com leucemia.

Então, Carreras entrou em contato com a fundação, recebeu apoio, se curou e voltou a cantar. Graças aos seus cachês, conseguiu se reerguer e, decidiu doar parte de sua fortuna àquela fundação, onde se inscreveu como colaborador permanente.

Ao ler o contrato de adesão, Carreras descobriu que o presidente da fundação era Plácido Domingo. E soube mais ainda: que a instituição tinha sido criada para cuidar especialmente de um único doente: ele, José Carreras.

Plácido Domingo decidiu ficar no anonimato para não constranger o colega a aceitar a solidariedade de um inimigo.Carreras, então, decidiu ir assistir uma apresentação de Plácido Domingo e voltou a Madri. Antes de Plácido começar a cantar, Carreras subiu ao palco e ajoelhou-se aos pés dele e o agradeceu diante de milhares de pessoas.

Pouco tempo depois, Carreras inaugurou, em Barcelona, a Fundação Internacional José Carreras, para a luta contra a leucemia.

QUINTA HISTÓRIA:

O Velhinho e Os Dois Viajantes



Certo dia, um viajante chegou em certa cidade e perguntou a um velhinho que estava sentado na rodoviária:
- Meu amigo, bom dia! O senhor pode me dizer como são as pessoas dessa cidade? Estou de mudança de minha cidade e estou procurando outra pra viver.

O velhinho, calmamente pergunta:
- Ó, moço... Como é o pessoal de sua cidade, mesmo?

O viajante responde:
- Ah, são horríveis! São grosseiras, se metem na vida de todo mundo, falam mal de todos, detestáveis mesmo, um horror! Detesto gente assim.

O velhinho fala então:
- Ih, ó moço... Aqui o senhor vai encontrar esse mesmo tipo de gente.

E o viajante, então vai a procura de outra cidade. Nisso chega outro ônibus na rodoviária e desce um segundo viajante, que também se dirige ao velhinho:
- Muito bom dia, amigo! Pode me dizer como é o povo desse vilarejo? Penso em me mudar breve para cá.

O velhinho, novamente, pergunta:
- Ó, moço... Como é o pessoal de sua cidade, mesmo?

O segundo viajante responde:
- Foi pena eu sair de minha cidade, pois as pessoas de lá eram muito boas, agradáveis, gentis e amigas. Tinham problemas, mas quem não os tem, não é mesmo?

O velhinho diz:
- Ah, moço... Seja bem vindo, aqui o senhor vai encontrar esse mesmo tipo de pessoas.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Semeando Estrelas Cresce e Fica Melhor.

O Blog Semeando Estrelas entra em uma nova fase. Mantém, neste espaço ao qual vocês já conhecem, as matérias ás quais já estão acostumados e ao mesmo tempo amplia as opções pelos diversos links que estão no alto da página e que em poucos dias estarão preenchidos por artigos igualmente interessantes, conforme a natureza do disposto no link que o botão contém.

  • No BIOS, teremos o espaço destinado a Biografias;
  • Em LAZER, haverá um espaço mais descontraído com charges, artigos sobre filmes ou HQ's, músicas, e muito mais;
  • No espaço CAMPANHAS encontraremos as mais diversos manifestos em prol de alguma causa nobre, que esperamos que os leitores ou seguidores façam parte;
  • E em PREMIOS e PARCEIROS voces encontrarão informes sobre os prêmios recebidos e entregues pelo Semeando Estrelas, bem como os blogs parceiros e outros vinculados ao Semeando, assim como matérias de outros blogs indicadas por nós aos leitores, por serem artigos de qualidade.
Obrigado aos quase 40 mil que nos vem acompanhando durante pouco mais de 1 ano e, em breve virão muito mais novidades ainda para informar e entretê-los.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Por Quê Sofrem os Animais?


Olá, amigos e amigas. Há uma questão que deixa mesmo vários espíritas intrigados, por mais que sejam estudiosos dedicados da Codificação. É o porquê de animais, particularmente os domésticos que convivem com o homem, passarem às vezes por tanto sofrimento. Mas , antes uma mensagem-pedido dos meus, dos seus, dos nossos amiguinhos, os animais.



Nem os estudiosos espíritas nem os cientistas que estudam os animais viram até hoje qualquer evidência apontando para a existência neles de consciência moral. Os animais superiores, aqueles que estão mais adiantados na senda evolutiva, já possuem uma forma de consciência do eu, segundo as experiências feitas com algumas espécies de primatas, cetáceos e aves têm demonstrado. Mesmo essa consciência do eu, no entanto, talvez não seja tão complexa quanto a do homem, que possui a chamada “teoria da mente”, que, em poucas palavras, é essa habilidade que temos de reconhecer nos outros a mesma consciência que sabemos existir em nós, permitindo que nos comportemos de modo compatível com aquilo que nossa mente informa sobre a mente alheia. Os estudiosos não dizem que os animais superiores por eles estudados não possuam tal estágio de consciência do eu, mas reconhecem ainda não ter idéia de como fazer tal avaliação.


Um terceiro estágio da evolução da consciência é a consciência moral, a capacidade de julgar se determinada ação é certa ou errada de acordo com as leis de Deus, também entendidas como as leis da natureza. Segundo se depreende da Codificação e de obras subsidiárias, a conquista da consciência moral ocorre quando a alma entra no reino hominal, o que está de acordo com o estágio de conhecimento da ciência, apesar do uso de linguagens diferentes usadas para descrever o fato. Na Bíblia, a conquista da consciência moral é descrita no mito de Adão e Eva, quando o casal primevo come do fruto da árvore da ciência do bem e do mal. Ora, consciência moral é justamente a ciência do bem e do mal. A alegoria bíblica pode ser entendida, portanto, como um relato de como as almas que habitavam o Éden da ingenuidade alcançaram a consciência moral, ingressando no reino hominal e, assim, se sujeitaram à Lei da Causalidade.



Ora, partindo-se da premissa de que os animais não têm consciência moral, isto é, o conhecimento do bem e do mal, é forçoso concluir que eles não são responsáveis pelos seus atos. Sendo assim, eles não estão sujeitos à Lei da Causalidade (Causa e Efeito) e, por conseguinte, um deles não pode estar, ao sofrer, resgatando, por exemplo, a morte que causou em outros animais para se alimentar.



Antes de nos aprofundarmos na questão, gostaríamos de deixar claro uma diferença que passa despercebida por muita gente. Que os animais na natureza sintam dor, no sentido restrito do termo, disso não há a menor dúvida. Dor, em seu sentido restrito, é um efeito físico que serve para alertar o animal de que algo está errado em alguma parte do seu corpo, exigindo dele cuidados especiais com essa parte que é a fonte da dor. A dor incomoda e todo animal faz o possível para se livrar dela. Sofrimento, por sua vez, é um efeito emocional. Por outro lado, quando falamos de dor em um ser humano, sempre associamos à dor a idéia de sofrimento, dando ao termo dor um sentido mais amplo. Na verdade, porém, o único “animal” que conhecemos um pouco melhor é o ser humano e, por isso, temos a tendência de interpretar o comportamento das espécies animais com base naquilo que conhecemos de nós mesmos. Quando sentimos dor, nosso rosto se contrai, nosso corpo se contorce, nossa testa se enruga, os olhos se entristecem. Esses mesmos sintomas sendo por nós percebidos em um animal, imediatamente nos fazem concluir que o mesmo está sofrendo. Mas será que ele sofre do mesmo modo que nós? Saber se um animal sofre ou não é uma questão complexa e que os profissionais que estudam as diversas espécies animais pesquisam com interesse, sem terem, até hoje chegado a qualquer conclusão definitiva.



Mesmo sem estarmos certos quanto ao que sente o animal com a dor, ainda nos resta entender a razão da dor sofrida por um animal. A única resposta que nos vem à mente é “aprendizado”, a eterna resposta para as dificuldades da vida.



Tendo em mente que o objetivo da dor é aprendizado, podemos daí depreender que, ao sentir dor ou ao ter uma parte do corpo inabilitada, o animal está desenvolvendo suas emoções, aprendendo a lidar com limitações, preparando-se para seu porvir no reino hominal. Uma comparação que nos ocorre é com a vida profissional como a conhecemos. Seria justo que o CRM (Conselho Regional de Medicina), por exemplo, cobrasse responsabilidade profissional ao estudante do primeiro ou segundo ano do curso de Medicina ou que o CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo) o fizesse ao estudante do primeiro ou segundo ano de Engenharia? É certo que não. Com base nessa comparação, é fácil ver que não é justo que as Leis de Deus cobrem responsabilidade aos animais, que estão apenas aprendendo a lidar com suas emoções. Por melhores e mais adiantados que sejam, ainda são alunos e, como tal devem ser tratados.



Levando adiante nossa comparação, veremos que, ao estudante de Medicina ou Engenharia é dada a oportunidade de estágio onde, sem responsabilidade profissional pelo que faz, lhe é dado exercer algumas funções dos profissionais formados, sob a supervisão destes, a fim de se preparar para o exercício pleno e responsável que se espera dele após a formatura. Assim como nenhum profissional liberal se forma sem ter feito estágio, não é de se esperar que uma alma entre no reino hominal sem ter antes estagiado em experiências similares às que viverá mais tarde, desenvolvendo habilidades básicas de como se comportar durante elas.



Vocês podem se perguntar, nesse ponto, porque um animal específico pode ser submetido à dor mais que um outro da mesma espécie e da mesma raça, às vezes mesmo da mesma família nuclear. A resposta é simples: porque as espécies animais mais evoluídas já estão individualizadas. Cada cão, gato ou cavalo é um indivíduo, em estágio específico de evolução, necessitando, portanto, de experiências próprias, não necessariamente iguais às de que necessitam seus pares.



Por ora, cremos ser o que se pode afirmar sobre o assunto. Esperemos os avanços da ciência em seus estudos sobre o comportamento animal para que novas informações nos permitam melhor entendimento sobre a questão em pauta. Até lá, estejamos certos de que nada, absolutamente nada, na natureza ocorre sem um propósito. Desse modo, onde quer que vejamos uma ocorrência cuja razão de ser nos escape, saibamos que isso se deve apenas à nossa ignorância.


Po-por enquan-quan-to é só-só, pe-pessoal.


Que que há, velhinho?
Por enquanto é só nada, se alguém quiser comentar, pode fazer.

domingo, 4 de outubro de 2009

Blogagem Colectiva - Marcha Mundial Pela Paz

A Marcha Mundial é uma iniciativa do Mundo sem Guerras, organização internacional ativa há 15 anos. A Marcha é um conjunto de iniciativas de pessoas, organizações, instituições de todos os continentes que querem ser protagonistas e ativos na mudança da situação global de violência que vivemos hoje.

Uma equipe de 100 pessoas de vários países sairá da Nova Zelândia e, durante 90 dias, passará por mais de 90 países e 100 cidades dos 5 continentes, findando em 2 de Janeiro de 2010, em Punta de Vacas, na Argentina. Enquanto essa equipe faz esse trajeto, milhares e milhares de ações ocorrerão pelo mundo afora. Para conferir a agenda da Marcha pelas cidades do Brasil, clique aqui!!

Ebrael Shaddai

Objetivos:

- Denunciar o risco que corremos de um conflito nuclear, que além de estarem com as grandes potências, também pode estar em mãos de terroristas e mafiosos;

- Pressionar os governos, por meio da pressão da opinião pública internacional, para que renunciem Às guerras, definitivamente;

- Evidenciar outras formas de violência (econômica, racial, sexual, religiosa, etc.);

- Criar uma consciência global da necessidade de uma verdadeira paz e repúdio de todas as formas de violência.



Aquele que acredita
Lanza del Vasto

Aquele que acredita que se pode chegar à Verdade pela especulação e pelo cálculo, jamais descobrirá a evidência. Ao Uno não se chega pelo cálculo. O intelecto não atinge a evidência senão através de um acto de amor.

O que a ciência procura é o lucro e a dominação: não a verdade mas sim o fruto. É então a mais formidável renovação do pecado original com a sua consequência lógica: a morte.

O nosso corpo é o único instrumento de penetração da natureza; um instrumento de conhecimento da realidade ao mesmo tempo que um instrumento de realização de ideias. A sensação nunca nos engana; somos nós que, por vezes, a interpretamos erradamente. O céu está nos nossos olhos, a luz na nossa inteligência.

Nós obedeceremos a bons mestres, se eles o são, e nós os forçaremos a serem bons desobedecendo quando eles deixam de o ser.

Quando ao meu companheiro que me pergunta se deve andar nu, eu respondo: o erro do naturista, daquele que vê a sociedade como falsa e má e se esforça por a rejeitar em bloco, como dos reformadores que procuram "arranjos" políticos ou económicos parciais, é de querer resolver os problemas no plano onde eles se colocam. Nem a verdade nem a solução se encontram nesse plano. Resolver um problema ou um conflito, é elevar-se e elevar as gentes a um plano onde o problema já não se coloca.

É preciso aprender a estar "no mundo" sem ser "do mundo".

A não violência não consiste em recusar toda a autoridade porque a autoridade se exerce geralmente pela violência. O problema não é fundar uma comunidade sem regras nem chefes, o que é impossível, mas de ter regras e chefes não violentos, isto deve ser concebido e em seguida feito.

Nós pensamos que nenhum homem livre tem o direito de punir um outro. O homem livre é aquele que conhece a Lei, reconhece a sua falta e se pune a si mesmo.

Qualquer um que é testemunha de uma falta não o deve denunciar, mas ele deve encontrá-lo em segredo e pedir-lhe em nome da Regra para reparar a sua falta. Se o culpado resiste, a testemunha deve tomar sobre si próprio a reparação. Toda a justiça da Ordem se baseia sobre esta prática: é a jóia da Regra.

domingo, 27 de setembro de 2009

Curupaiti, Uma Lição de Vida






Recordo-me de quando, há anos fui visitar a Colônia de Hansenianos de Curupaiti, em Jacarepaguá, com a Juventude Espírita Abel Gomes, da qual eu era coordenador e tivemos algumas lições de vida deles.

Um dos casos foi o do senhor Francisco, que com o corpo tomado pela hanseníase, dizia quando perguntado como ele passava: "vou melhor do que mereço".

Outro caso, que nos ensinou bastante, foi o da dona Brizolinha(apelido dela), que ao vermos que não estava no alojamento, soubemos que estava internada no hospital da colônia, para amputar a outra perna, já tomada pela hanseníase. Ao chegarmos, no quarto onde ela estava, sem saber o que dizer para confortá-la, ela nos surpreendeu com uma lição de vida e otimismo, pois ela disse: "Deus é tão bom comigo, me pos perto da janela para receber o vento e ouvir os pássaros cantando nas arvores." E tinha pena por as outras pacientes do quarto que estavam longe da janela e não podiam ver o que ela via.

Ao encerrarmos a visita a Colônia, na avaliação, que sempre fazíamos, concluímos que aquela fora a melhor de todas as visitas, pois chegamos na pretensão de ajudar e foram eles que nos ajudaram, ao nos mostrar que reclamamos por tão pouco e eles com tanto sofrimento, ainda assim viam o lado bom da vida.

Muitas vezes nos achamos injustiçados pelos momentos dolorosos pelos quais passamos. Não entendemos o porquê de tanto sofrimento, já que nos empenhamos tanto em nos melhorar a cada dia. Esforçamo-nos para sermos melhores, para acertarmos cada vez mais e ainda assim continuamos sofrendo. No nosso pequeno entender não faz sentido, mesmo como espíritas sabendo que nada acontece por acaso. Por que continuamos a enfrentar tantas angústias, tantas decepções, tanta dor, tantos obstáculos? Onde encontrar respostas para tais indagações? Eu diria que dentro de nós mesmos. Fazendo uma análise de cada problema. Assim, verificamos que muito sofrimento pode ser evitado.

Sofremos porque queremos que nossos filhos sejam da maneira que nos agrade, não da maneira que eles sabem ser. Esse seria um sofrimento evitável se pensássemos que cada um é um espírito único com bagagem própria. Não sofreríamos se ao invés de criarmos expectativas, déssemos condições para que eles seguissem o melhor caminho, satisfazendo às suas próprias necessidades e não às nossas.

Incomodamo-nos com o comportamento dos outros porque este traduz o que não queremos ver em nós ou gostaríamos de fazer e não conseguimos. Sofremos porque queremos tomar certos atalhos que só atrasariam nosso desenvolvimento. Ficamos aborrecidos e até revoltados quando traçamos para nós caminhos que queremos e depois não conseguimos, mas não analisamos se aquele caminho traçado por nós, era o que necessitávamos.

Sentimo-nos injustiçados ao fazermos o julgamento de que pessoas menos merecedoras que nós, tenham uma vida mais feliz que a nossa, esquecendo que só Deus pode julgar e que cada um está exatamente onde merece estar. Não são os nossos olhos que podem dizer o que se passa no coração de cada um. Voltemos para dentro de nós mesmos e façamos uma análise minuciosa de nossos sentimentos. Procuremos analisar o que tanto nos incomoda e o porquê.

Saibamos pedir a Deus aquilo que seja realmente bom para nós. Bom não aos nossos olhos e sim aos olhos da Espiritualidade Maior. Sejamos menos egoístas, menos vaidosos e menos orgulhosos que muitos dos nossos sofrimentos serão evitados. Não nos preocupemos tanto com a construção alheia e nos concentremos mais nos nossos próprios alicerces.

Voltemos para dentro de nós mesmos a fim de adquirirmos mais serenidade, mais confiança, mais força para que tenhamos mais condições de tirarmos as pedras colocadas em nossos caminhos e com elas construirmos uma bela escada que nos levará ao topo do equilíbrio interior.

"Deus está dentro do coração de cada um de nós. Saibamos ouvir o que Ele tem a dizer", disse-nos o inesquecível e querido irmão Amazonas Hércules, dirigente do Centro Filhos de Deus, na Colônia, ao final da visita.

Essa foi a lição de Curupaiti.

 
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